Infames malditos
Não compreendem o verdadeiro mundo
Não compreendem o MEU mundo
Desprezam minhas honras
Exaltam minhas falhas
Infames malditos que usurpam o que é meu
Crápulas insolentes que tiram tudo o que tenho
Sanguessugas, parasitas infernais.
Acham-se donos do mundo
Ditam regras que não sigo
Punem-me severamente por algo que não fiz
Fingem saber de tudo
Mas mal explicam a própria existência
Prefiro ouvir o som do silêncio
Do que tentar dialogar com estes seres mesquinhos
Arrogantes, tão cheios de si.
Seus erros são todos meus
Meus erros são mais ainda
Não lhes desejo nenhum mal
Só peço que compreendam
Mas acho que estou pedindo o impossível.
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